La logística Estratégica como contingencia para la Seguridad Alimentaria y Nutricional (SAN) en desastres: El caso de la Región Montañosa de Río de Janeiro em 2011

Contenido principal del artículo

Resumen

Este Informe Técnico presenta un análisis de la Logística Estratégica adoptada en respuesta al caso de la Región Montañosa de Rio de Janeiro en 2011 desde la perspectiva de la Seguridad Alimentaria y Nutricional La investigación se basó en una búsqueda documental de los sitios web oficiales de la Defensa Civil del Estado de Río de Janeiro y del Ministerio de Defensa, entre otros, así como de las bases de datos de literatura científica disponibles en el sitio web de la Capes. Los desafíos que enfrentan los desastres han aumentado significativamente, lo que dificulta el flujo de suministros que normalmente se dirige a la región afectada. Así, un Plan de Contingencia asegura una adecuada planificación de las actividades de apoyo a las comunidades vulnerables en situaciones de emergencia, garantizando mayor seguridad y resiliencia para el país en esta situación.


Detalles del artículo




Luciane Costa
Roberto Cerqueira dos Santos
José Roberto Pinho de Andrade Lima
Biografía del autor/a

Luciane Costa, +55(61) 99397-4141

Roberto Cerqueira dos Santos, Marinha do Brasil

José Roberto Pinho de Andrade Lima, Escola Superior de Defesa - ESD

Descargas

La descarga de datos todavía no está disponible.

Citas

Avzaradel, P. C. S. (2015). Desastres “naturais” às margens dos rios e legislação florestal na sociedade de risco: Uma análise da tragédia de 2011 em Teresópolis. Quaestio Iuris, 8(3), 1781–1814. https://doi.org/10.12957/rqi.2015.18823
Bertolini, A. C., Reis Neto, S. de A., & Andrade Lima, J. R. P. (2023, abril). Segurança alimentar nas políticas estratégicas da China e dos Estados Unidos: Aportes para o Brasil. Revista Tempo do Mundo, 31. https://www.ipea.gov.br/revistas/index.php/rtm/article/view/443/382
Brasil. Ministério da Defesa. (2011, 14 de janeiro). Diretriz ministerial nº 01/2011: Cooperação das Forças Armadas às ações da Defesa Civil na Região Serrana do Rio de Janeiro. https://www.gov.br/defesa/pt-br/arquivos/2011/mes01/diretriz001a_2011.pdf
Brasil. Ministério da Integração Nacional. (2016, 20 de dezembro). Instrução normativa nº 02/2016. Diário Oficial da União, ed. 245, seção 1, p. 60. https://www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/24789597/do1-2016-12-22-instrucao-normativa-n-2-de-20-de-dezembro-de-2016--24789506
Brasil. (2006, 15 de setembro). Lei nº 11.346: Cria o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional – SISAN com vistas em assegurar o direito humano à alimentação adequada e dá outras providências. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11346.html
Busch, A., & Amorim, S. (2011). A tragédia da região serrana do Rio de Janeiro em 2011: Procurando respostas. Casoteca de Gestão Pública. http://casoteca.enap.gov.br/index.php?option=com_multicategories&view=article&id=50:a-tragedia-da-regiao-serrana&catid=9:gestao-de-crise-e-gestao-de-riscos&Itemid=12
Cavalcante Filho, E. C., Vidal, D. H. de F., Farias Júnior, J. E. F., Pereira, V. S. do A., Ferreira, M. A., Viana, L. P. de S., Santos, M. de O. R. M. dos, & Johnsson, R. M. F. (2011). Tragédia climática e ambiental na região serrana/RJ 2011: Diagnóstico, desafios e ações. In Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos (19). Maceió. https://files.abrhidro.org.br/Eventos/Trabalhos/153/b0ac54270d18957b754b37da2b333380_fcd17bbb2262ca69d2f8f984678e3486.pdf
Centro Universitário de Estudos e Pesquisas sobre Desastres (CEPED). (2024). Atlas digital de desastres no Brasil. Universidade Federal de Santa Catarina. https://atlasdigital.mdr.gov.br/paginas/index.xhtml
Costa, S. R. A. da, Bandeira, R. A. de M., Campos, V. B. G., & Mello, L. C. B. de B. (2015). Cadeia de suprimentos humanitária: Uma análise dos processos de atuação em desastres naturais. Production, 25(4), 876–893. https://www.scielo.br/j/prod/a/rxLDxcmYBx53dLKkkWVXdwk/?lang=pt&format=pdf
European Commission. (2021, novembro). Staff working document: Contingency plan to ensure food supply and food security. https://eur-lex.europa.eu/legal-content/EN/TXT/PDF/?uri=CELEX:52021SC0317
Gomes, G. P. (2003, janeiro). A logística aplicada ao programa Federal de Segurança Alimentar “FOME ZERO” e sua contribuição à Mobilização Nacional. Revista da Escola Superior de Guerra, 20(42). https://revista.esg.br/index.php/revistadaesg/article/view/779/703
Jungles, A. E. (2012). Cartilha prevenção de riscos de desastres. Oficina do Eixo Meio Ambiente, Clima e Vulnerabilidades. https://www.ceped.ufsc.br/wp-content/uploads/2014/10/Cartilha_prevencao_de_desastres.pdf
Lin, S. Y. (2017). State capitalism and Chinese food security governance. Japanese Journal of Political Science, 18(1), 106–138. https://www.researchgate.net/publication/313732946_State_Capitalism_and_Chinese_Food_Security_Governance
Lopes, L. (2024). A insegurança alimentar em dias de desastres naturais — o caso do Rio Grande do Sul. Portal Deviante. https://www.deviante.com.br/noticias/a-inseguranca-alimentar-em-dias-de-desastres-naturais-o-caso-do-rio-grande-do-sul/
Organização das Nações Unidas (ONU). Escritório das Nações Unidas para a Redução de Riscos de Desastres (UNDRR). (2022?). Disaster risk reduction terminology. https://www.undrr.org/drr-glossary/terminology
Paulo, C. M. de, & Mendes, A. C. (2014). A presença da ética nas políticas mundiais de mudanças climáticas. Revista Gestão e Políticas Públicas, 4, 191–207. https://doi.org/10.11606/issn.2237-1095.v4i1p191-207
Pursiainen, C. (2021, 20 de maio). Food crisis management: Contingency plan for ensuring food supply and food security. https://ec.europa.eu/transparency/expert-groups-register/core/api/front/document/52001/download
Queiroga, A., Luz, M. B. da, & Filgueira, H. J. A. (2022). A redução de riscos de desastres (RRD) e a resiliência na segurança alimentar e nutricional. Territorium, 29(1), 139–148. https://impactum-journals.uc.pt/territorium/article/view/9201/7886
Rio de Janeiro. Defesa Civil. (2023). Plano de contingências do Estado do Rio de Janeiro para chuvas intensas. Defesa Civil do Estado do Rio de Janeiro. https://www.defesacivil.rj.gov.br/images/sedec-arquivos/Base-para-reviso-PLANCON-23_24-V2_0.pdf
Scarpin, M. R. S. F. P., & Silva, R. de O. (2013, setembro). Logística em desastres naturais: Um estudo dos fatores críticos. In Encontro da ANPAD (37). Rio de Janeiro. https://arquivo.anpad.org.br/diversos/down_zips/68/2013_EnANPAD_GOL2172.pdf
Sheu, J.-B. (2007, novembro). An emergency logistics distribution approach for quick response to urgent relief demand in disasters. Transportation Research Part E, 43(6), 687–709. https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1366554507000191/pdfft
Souza, J. C. (2012, agosto). Distribuição de centrais de apoio para logística humanitária – Preparação para resposta a desastres naturais. In Simpósio de Pesquisa Operacional e Logística da Marinha (15). Rio de Janeiro. https://www.marinha.mil.br/spolm/sites/www.marinha.mil.br.spolm/files/102236.pdf
Thomas, A. S., & Kopczak, L. R. (2005). From logistics to supply chain management: The path forward in the humanitarian sector. Fritz Institute. https://library.alnap.org/system/files/content/resource/files/main/FromLogisticsto.Pdf
United States. The White House. (2021, março). Interim national security strategic guidance. https://www.whitehouse.gov/wp-content/uploads/2021/03/NSC-1v2.pdf
Van Wassenhove, L. N., & Pedraza Martinez, A. J. (2012). Using OR to adapt supply chain management best practices to humanitarian logistics. International Transactions in Operational Research, 19(2), 307–322. https://onlinelibrary.wiley.com/doi/epdf/10.1111/j.1475-3995.2010.00792.x